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Estudo Ativo: Você sabe a importância deste método e por que ele facilita seus estudos?

Postado em 14 mar 2021 em Blog do Rico

Você já ouviu falar em estudo ativo? Sabe o que é e qual a importância deste método?

 

O estudo ativo é definido pela prática que desenvolvemos ao abordarmos os estudos de maneira mais diligente, quando aplicamos à constância deste hábito que criamos diretamente ao nosso cotidiano. Esta técnica é importantíssima para você que precisará ministrar e absorver muitos conteúdos e obter uma desejada continuidade de tal.

 

Na prática, com muitos encargos e distrações em nosso dia a dia, a vida moderna requer ainda mais disciplina e empenho para desenvolvermos um método verdadeiramente eficiente que consigamos nos concentrar e seguir. Ao se disciplinar e estudar pelo menos um pouco diariamente, na praxe, treinamos nosso corpo e mente para conseguirmos dar início à uma constância mais prazerosa e, portanto, mais fácil.

 

Quando utilizamos vários sentidos com práticas distintas, conseguimos trabalhar diferentes áreas do cérebro, fazendo nossa memória armazenar as informações com mais exatidão. Além de estabelecer a sua rotina aplicada, você deverá empregar algumas práticas específicas que iremos mencionar mais detalhadamente logo abaixo, como fazer revisões periódicas, mapas mentais, questões e outras práticas.

 

 

 

Dicas de práticas para um estudo mais ativo: 

 

 

► 1°: Refletir sobre as teorias.  

 

Acompanhar às aulas junto a apostila, além de estudar convencionalmente, procurando sempre grifar e/ou fazer resumos é fundamental.

 

O mais importante quando estudamos, é questionar-se sobre o que está sendo aprendido e refletir sobre qual a lógica por trás daquele conteúdo. Quando entendemos verdadeiramente um assunto e conseguimos imaginar a prática da questão ao contextualizarmos, nosso cérebro consegue assimilar melhor o que foi estudado, algo que vai muito além de apenas lermos sem refletir. Ao colocar isso em prática, nosso cérebro se esforça para fortalecermos nossos neurônios e os ligamentos que acabamos de formar quando aprendemos algo novo.

 

 

► 2º: Contextualizar.  

 

Você já estudou algo em uma linguagem a qual não está habituado? Uma linguagem, uma situação muito formal e distinta da sua?

 

É normal quando estudamos para diversos conteúdos, nos depararmos com certos linguajares (como uma linguagem jurídica específica, por exemplo), ou com uma realidade que não está adequada àquela que você está habituado. Para conseguirmos entender de fato um assunto complexo que destoa dessas situações citadas, adapte e contextualize, exemplificando e “traduzindo” o conteúdo para a sua realidade, que está familiarizado a ver e entender.

Essa familiarização fará com que você tenha mais facilidade em entender de fato e absorver a matéria.

 

 

► 3°: Fazer Perguntas.  

 

Participar dos simulados, fazer provas antigas e formular perguntas sobre o conteúdo também é essencial. As perguntas funcionam como um gatilho para lembrarmos daquilo que estamos estudando, além de fixar melhor a respeito dos tópicos mais importantes.

 

Faça perguntas a si mesmo quando estiver colocando isso em prática, além de realizar questões prontas. Com isso, nossa mente consegue trabalhar e raciocinar a partir daquilo que foi visto, criando uma memória mais aprofundada e assertiva, criada a partir do esforço de nosso cérebro. Quando nos questionamos, também reforçamos as sinapses que foram criadas quando absorvemos o conteúdo, sendo ainda mais fácil de lembrar do que estudamos.

 

 

► 4º: Concentrar-se apenas em uma coisa.  

 

Ao nos concentrarmos verdadeiramente em uma prática, conseguimos direcionar toda a nossa capacidade cerebral para o que estamos fazendo, gerando mais rendimento nos estudos, ao contrário das vezes que tentamos realizar mais de uma coisa ao mesmo tempo – que faz nossa mente não se dedicar 100% ao que é mais necessário focar.

 

Imagine uma máquina fotográfica. Ao tirar uma foto de um panorama geral, o foco estará na paisagem horizontalmente como um todo mas, se o objetivo é focalizar em algo presente nesse ambiente (como uma flor, por exemplo), conseguimos capturar o foco específico naquilo que desejamos (e com muito mais exatidão e clareza).

 

 

► 5º: Revisão. 

 

Nunca deixe um conteúdo esfriar no seu cérebro. Criar uma rotina de revisão, seja por resumo, questões ou mapas mentais, que são uma ótima ferramenta de memorização.

 

 

► 6°: Falhar. 

 

Falhar é essencial para uma boa assimilação. Ao falhar você encara os seus medos e entende seus erros, tendo assim a oportunidade do acerto.

 

Com o erro você tem a oportunidade de entender verdadeiramente qual o caminho que o  seu cérebro levou a cometê-lo, fazendo você assimilar melhor a questão lógica por trás da questão.

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